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]]>Aliás, pule fora. Não acredite em promessas de Bettinas, JJ investimentos e empresas com radical Techs ou Finanças – pintadas de preto – oferecendo lucro fácil.
No mundo dos investimentos, não vão faltar ofertas criativas e inovadoras para convencê-lo de qual o melhor lugar para colocar o seu dinheiro.
Por isso desejamos desmistificar algumas das principais situações que podem colocar o seu ‘pé de meia’ em risco. Vamos te ajudar a fugir dos maus investimentos e a identificar oportunidades reais de aumentar seu patrimônio.
E a primeira dica é justamente não se deixar levar por qualquer aplicação que venha a garantir muito dinheiro fácil, rápido e sem custo. A primeira lição para um bom investidor é entender que não existe altos retornos sem risco, na verdade quanto maior o potencial retorno, maior será o risco.
Ligue o alerta ao ouvir que irão pagar acima da taxa de juros (Selic) e sem risco. Retorno “garantido” é apenas apresentado em produtos de renda fixa, investimentos em renda variável (Bitcoins incluso), podem apresentar retornos negativos.
Como conhecimento vale ouro para quem quer investir, iremos desconstruir algumas falácias sobre investimentos com vocês. Vamos nessa? Então continue lendo!
Quem guarda, tem. Muita gente costuma achar que só rico investe ou que é preciso ‘mundos e fundos’ para ter uma reserva financeira.
Mas a verdade é que dá para começar a investir com R$ 100, por exemplo, em aplicações como os títulos do Tesouro Direto e alguns Fundos de Invesimento.
Você viu que eu falei Tesouro Direto e não Poupança, certo? Se o seu gerente oferecer Poupança ou CDB, pergunte se ele garantirá que o resultado final será superior ao do Tesouro Selic.
Sim, as taxas existem em todas as corretoras. Não existe almoço grátis, o mercado financeiro não é um grupo de caridade (está bem longe disto). Desconfie das instituições com promessas de taxa zero, em algum momento esse valor será cobrado (será caro).
As corretoras possuem formas diversas de cobrar pelo serviço, tudo dependerá do modelo de negócios. Busque o equilíbrio entre os serviços oferecidos e os custos dos mesmos.
A ajuda de um bom assessor de investimentos é algo que poderá fazer uma grande diferença no resultado dos seus investimentos.
Contudo, é importante ficar atento a um possível conflito de interesses. O assessor vende produtos e recebe comissão pela venda desses produtos.
Reflita: sem a educação financeira devida como você irá quantificar o risco de estar com o dinheiro aplicado em investimentos que não estão alinhados aos seus objetivos como investidor?
Como você irá saber que não está pagando taxas altas sem necessidade ou aplicando naquilo que dá mais lucro para a corretora e não para o seu bolso?
Você deseja saber mais sobre educação financeira? Sim, então acompanhe minhas postagens sobre o mercado no perfil do instagram.
Os riscos existem. Ganhos altos desacompanhados de risco não existem. Ou seja, promessas de investimento com alto retorno e sem risco, o investidor, mais cedo ou mais tarde, vai perder dinheiro.
Investir é uma jornada, o primeiro passo é poupar para na sequência testar modalidades que estejam de acordo com o apetite ao risco do investidor.
Não é lógico investidores neófitos partirem para Criptomoedas sem ao menos terem tido experiências com outros produtos de Renda Variável como Fundos e Ações.
Ganhos e mais rentabilidade. Atualmente tem muita propaganda que aparece por aí, falando que o investidor vai ganhar muito dinheiro… Mas também tem muita gente não cumprindo aquilo que fala.
Verifique se as instituições que estão prometendo rendimentos tem autorização para operar no site do Banco Central (BC) ou estão reguladas pela CVM para fazer-lhe recomendações.
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]]>Alguns sumarizam o conceito como uma junção da Economia com a Psicologia. A Economia Comportamental se contrapõe à linha tradicional do campo na medida em que sugere que a racionalidade de agentes econômicos é limitada, e que alguns fatores influenciam fortemente suas decisões.
Do outro lado, na linha tradicional, a Economia se apoia no conceito de “homo economicus”. O “homem econômico” é o sujeito de duas ações, as únicas relevantes para o estudo do comportamento econômico, segundo os tradicionalistas: consumir e produzir. Aqui, os outros aspectos, inclusive morais, culturais e religiosos, por exemplo, são deixados de lado nessa fragmentação.
Na Economia Comportamental, a investigação dos outros aspectos, para além das ações de consumo e produção, visa aumentar o poder explicativo e preditivo dos modelos econômicos. Isso inclui entender como as decisões de mercado são tomadas e os mecanismos que guiam a escolha pública.
“Há um padrão para o que os seres humanos fazem e querem esperando benefícios a partir de suas ações, procurando três tipos de objetivos: benefícios utilitários, expressivos e emocionais.‘ relata o professor Meir Startman
Segundo o professor, investidores não investem de maneira racional – procurando apenas o lucro – eles querem se manter fiéis ao seus valores.
– Os investidores que procuram benefícios utilitários esperam alcançar retornos mais altos.
– Os investidores que buscam benefícios expressivos desejam responsabilidade social
– Os investidores emocionais acreditam que investem de acordo com os seus princípios morais.
Por exemplo, o professor explica que aplicar em fundos multimercados envolve buscas pelos três tipos benefícios citados – que para o investidor “normal” são muito importantes. “Ele pensa: terei retornos altos com risco menor (utilitário); mais status social (expressivo), porque dizer ‘eu invisto em fundos multimercados’ é sinônimo de riqueza; e orgulho (emocional) de ser membro de um grupo exclusivo”, diz.
Mas essa busca por benefícios pode levar o investidor a cometer erros ou não avaliar outras questões.
Essa lógica vem da segunda geração de finanças comportamentais definida pelo acadêmico, que distingue desejos de erros. A teoria identifica alguns erros de investidores “normais” e oferece dicas sobre como usar atalhos e evitar esses erros a fim de conseguir realizar os desejos.
O professor Statman explicou que somos suscetíveis a erros cognitivos, como os de retrospectiva que nos levam a concluir que podemos prever o futuro com a mesma clareza que vemos no passado.
Além disso, é muito comum cometer erros de conclusão antecipada. Isso acontece quando a pessoa chega a uma conclusão – de que negros são preguiçosos, por isso são a maioria entre os miseráveis – sem saber o caminho até a ideia e, então, procura evidências que confirmem seus pontos de vista – meu vizinho não queria estudar, por isso está desempregado.
Confira os principais erros comportamentais ou na maneira de pensar que os investidores “normais” cometem:
Essa é uma das maiores características das pessoas “normais”, segundo Statman. Basicamente, depositar muita confiança na capacidade de prever os resultados de decisões de investimento frequentemente pode levar o investidor a cair em ciladas.
“Quando o investidor tem muita confiança pode deixar de analisar, avaliar ou reavaliar alguns investimentos, posições, decisões e pode sair no prejuízo”, diz o professor.
Por outro lado, segundo o professor, o investidor também não pode se deixar guiar pelo medo e insegurança.
“Um estudo em sala de aula foi feito com alunos americanos. Eles se voluntariaram para contar piadas para a classe. No entanto, foram divididos em dois grupos: um ficou em uma sala com aquários e peixes e outros ficaram vendo cenas do filme ‘O Iluminado’ de forma repetida, sem parar”, relata. “Depois de um período, quando os alunos voltaram para a sala, o grupo que viu trechos do filme desistiu de contar a piada com medo de que as pessoas não rissem”, explica o Statman.
Segundo ele, o medo pode interferir de diversas maneiras. Neste caso, os alunos apenas entraram em contato com cenas do filme e mudaram o sentimento em relação a falar em público.
Foi apenas um exemplo didático, mas a ideia no mundo das finanças segue a mesma linha. Ao entrar em contato com algumas informações de mercado, por exemplo, os investidores podem mudar a direção de seus investimentos ou ficar inseguros a respeito de alguma estratégia que estudaram por anos.
“O medo ser tão grande que te impede de agir também não é positivo, mas o mercado é movido por pessoas, que por sua vez funcionam dessa maneira. Ter autocontrole é um desafio”, diz.
Estive refletindo sobre as experiências de Garvey e de MalcolmX , sobre as iniciativas do MBM e sobre os motivos pelos quais a luta da Comunidade Negra não tem avançado na velocidade que deveria – vide a ascensão do movimento proto- fascista -neopentecostal… Leia mais aqui.
A aversão ou a relutância em aceitar determinadas situações também é um grande erro. Por exemplo, um investimento pode estar em queda de 20%. A melhor decisão pode ser apenas preservar a perda e seguir em frente. Mas o investidor não consegue parar de pensar no dinheiro que perdeu – mesmo que não seja muito – e na chance de começar a subir após essa queda brusca.
Então, o investidor aumenta a posição naquele papel na tentativa de recuperar o que perdeu e ganhar mais, intensificando o prejuízo. Ou então tira todo o dinheiro e acaba recuperando menos do que aplicou inicialmente. É preciso estar preparado para lidar com perdas e erros. Saber a hora de entrar e sair é crucial.
A capacidade de tolerar riscos das pessoas “normais” está atrelada às circunstâncias do momento, como a situação financeira pessoal, tempo de investimento e o tamanho de um investimento no contexto de seu portfólio.
Essa ideia é conhecida como “dependência de quadros” que é um conceito que se refere à tendência de mudar a tolerância ao risco com base em condições do mercado. Por exemplo, sua disposição em tolerar riscos pode cair quando os valores absolutos são altos. Ou sua aversão ao risco diminui e você fica mais disposto a arriscar quando o capital investido é pequeno.
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